Doria, o candidato teflon, pode se queimar com o tempo

Alberto Bombig

Poucos nomes apontados como postulantes à Presidência em 2018 possuem uma estratégia tão clara quanto o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB). Até agora, o plano político dele, em linhas gerais, consiste em martelar a tecla do antipetismo, manter-se fora da Lava Jato e apostar que a rejeição dos brasileiros a Michel Temer não vá contaminá-lo.

Sobre este último ponto, Doria, por enquanto, conserva aquilo que os políticos chamam de “candidato teflon”, o feito antiaderente consagrado pelas melhores frigideiras. Apesar do apoio a Temer, Doria manteve um bom patamar na mais recente pesquisa Datafolha (10%) e a rejeição dele (20%) é a segunda menor entre os avaliados pelo instituto. O desgaste de Temer não colou em Doria.

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